A demanda do mercado empresarial brasileiro por Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) ainda é pequena porque as multinacionais pouco inovam no País e a maioria das empresas atua em setores que demandam pouca Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).
A afirmativa é do diretor do Departamento de Tecnologia do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Flávio Grynspan, na sessão “Demandas de mercado por C&T e novos modelos de negócios”, dentro da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI), em Brasília (DF)
Grynspan propõe a criação e internacionalização de grandes empresas nacionais inovadoras, além da instituição de novos modelos de negócio para “acelerar o crescimento gradativo do País, aproveitando a facilidade que temos em relação à criação de novas tecnologias”.
Para o gestor de Relações Institucionais em P&D da Embraco, Guilherme Marco de Lima, a capacidade de inovação brasileira é determinante na produtividade da economia. Ele defende a formação de uma aliança estratégica entre todos os setores do ramo empresarial, para a elaboração de um programa de inovação de longo prazo.
“Acredito que parcerias, desde que alimentadas por uma visão de longo prazo das empresas, bem como o aproveitamento de pessoas capacitadas nas mais diversas áreas do conhecimento, são caminhos para tornar o Brasil cada vez mais competitivo”, avaliou Guilherme.










