Promover a inclusão social e a concorrência em acessibilidade com os países desenvolvidos são alguns dos desafios da política de C&T para os próximos 10 anos. Essas propostas foram colocadas em debate pelo secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Elias, e pelo secretário-geral da 4ª CNCTI, Luiz Davidovich, nesta sexta-feira (7) no Rio de Janeiro.
Elias e Davidovich participam de seminário preparatório para a 4ª CNCTI, na sede da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT). A conferência se realiza de 26 a 28 próximos, em Brasília, e objetiva reunir propostas e contribuições para elaboração de uma Política Nacional de C,T&I que tenha com foco o desenvolvimento sustentável para os próximos 10 anos.
De acordo com Elias, a participação de entidades sociais, centrais sindicais e Organizações não Governamentais (ONGs) na preparação e realização da Conferência vem sendo fundamental para a discussão de temas ligados à educação, saúde e ao desenvolvimento agrário.
“Estamos numa etapa decisiva para o processo de crescimento do País”, disse Elias. Segundo ele, a ampliação da formação de recursos humanos, a melhoria da infraestrutura de pesquisa e da inovação das empresas são outros desafios dessa política a ser elaborada.
Para Davidovich, a biodiversidade e demais riquezas do Brasil favorecem a promoção da acessibilidade científica e tecnológica.
O secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do MCT, Roosevelt Tome Silva Filho, também participou do encontro. Ele disse que pretende debater na conferência propostas para a melhoria dos programas de inclusão social do MCT, como o de tecnologias para apoio profissional.










